Mas Que Idiota

domingo, 31 de agosto de 2014

Postado por:Maria Raquel Silva

Às vezes eu não entendo algumas pessoas.
Não, pra falar a verdade, não entendo alguns caras.

Pra que dizer que você beijaria uma menina se no final não o vai?
Pra que combinar algo e não cumprir?

Não é mil vezes mais fácil falar que não irá e pronto?
Não dar nenhuma esperança?
Cortar o mal pela raiz?

Por que é que as mulheres tem que ser tão claras ao rejeitar um cara, mas os homens podem enrolá-las tanto?

E dizem que as mulheres que são confusas.

Apenas um beijo.
Não um pedido de casamento.
Ou um ultimato de gravidez.
Era apenas um beijo.

Idiota. É só o que consigo pensar pra nomear sua atitude.
Idiota. É só o que consigo pensar pra te nomear.

Você pode ser o que for, mas é também, um idiota.
(E no momento te odeio com todas as forças.)

Músicas e Pessoas

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Postado por:Maria Raquel Silva

Não sinto mais sua falta. Faz bastante tempo já.
É engraçado que no começo eu pensava muito em você.
Pensava se você pensava em mim.
Essas coisas de gente doida que não consegue deixar as coisas para trás.

Não sei quando foi que parei de pensar em você.
Não foi quando vi a foto de vocês juntos. Nem quando vi seu status de relacionamento mudar.
Mas foi em algum momento entre esse período e o agora.

Não me dei conta até ouvir uma música.
Você veio no meu pensamento.
Mas não era falta que eu senti. Nem amargura.

Foi sim uma sensação boa.
Não bem felicidade, mas um conforto.
Talvez em saber que você dividiu algo importante como aquela música comigo.
Talvez por saber que não sinto mais nada por você.

A música vai ficar pra sempre associada a você.
Mas ainda bem que eu não irei.


Sonhos

quarta-feira, 20 de agosto de 2014

Postado por:Maria Raquel Silva

Sonhos mudam rapidamente. Estão ali e de repente não estão mais.
São substituídos por outros.
Quando você vê PUF é um sonho estranho na sua frente.
Fingindo que vocês se conhecem desde que você nasceu.

Alguns são apreciados no boteco da esquina, ou na padaria daquele conhecido da família.
Outros são repaginados e vendidos por três vezes mais com um nome americano.
Uma mudancinha aqui e ali.
Mas ainda o mesmo sonho.

Os sonhos tradicionais tem aquele recheio simples, que lembra a casa da vó.
Mas então vêm os outros, que não se precisa de um livro de receitas de mais de vinte anos para preparar.
Se encontra na internet, qualquer um sabe.
Um clique e o sonho está ali, na sua frente.

O problema é que nem sempre ele é o que parece.
E tem tantos jeitos diferentes de sonhar que uma formula parece até querer estragar tudo.

Sonho bom é sonho que a gente mesmo inventa.
Em conjunto ou sozinho.
O importante é apreciar o resultado.

 

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